Recordações... para esta semana!

Syndrome

Such a dirty disease fights under your skin
It eats and it burns and it rapes and it turns

Such an infested thing laying eggs within
They hatch in your lunges with dirty tongues

I'm gonna touch you inside
I'm gonna be your little child
Right where your blood runs wild
Inside - that's where I'll hide

Such a violent syndrome tapped to your spine
It's a virus storm and it's about to be born

Such a violent word that wants to be heard
You got me deep within and under your skin

I'm gonna touch you inside
I'm gonna be your little child
Right where your blood runs wild
Inside - that's where I'll hide

Deathstars - Syndrome - Synthetic Generation - 2002


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Música da Semana... Lost (Labyrinth)

Lost


Heavy is the load..
Pushing down, on body and soul
Ready to explode
Time is ticking too slow..

The time is ticking too slow

Repressed rage, into a cage
I left my heart in a faded past
I cannot move, I barely stand
Mistakes and regrets as only friends

There's a world out there
And I still hang my head
I would give all my life
For a while out of these walls

A while out of these walls

Repressed rage, into a cage
I left my heart in a faded past
I cannot move, I barely stand
Mistakes and regrets as only friends

They're here for me, soon I'll be free
The hell would be easier than all this
I never prayed, don't need ya priest
My time is due, how sweet is the end..

Repressed rage, into a cage
I left my heart in a faded past
I cannot move, I barely stand
Mistakes and regrets as only friends

I never prayed, don't need ya priest

My time is due, how sweet is the end

Labyrinth - 6 Days To Nowhere - Lost

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Dimmu Borgir - The Serpentine Offering

Foi nos princípios de Abril que fomos brindados com o Novo trabalho dos Noruegueses Dimmu Borgir.

Para esta semana deixo-vos o single de apresentação de In Sorte Diaboli, The Serpentine Offerings:


Aqui está uma boa promessa para o melhor de 2007!

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Tutti Frutti

O exercício era simples.

Esperava que a casa ficasse só para mim, preparava os CDs, baixava as persianas e reunia junto da aparelhagem a selecção musical feita, um bloco de notas e uma caneta. Não, não era para preparar uma festa ou o ambiente para alguém especial (não costumo tirar notas em nenhuma das situações…).

Este era o ritual típico de mais uma sessão do “Tutti Frutti”. Agradava-me o nome escolhido. Gosto do sabor e conseguia transmitir aquilo que pretendia com aquela brincadeira: misturar vários géneros musicais e passar lá pelo meio um som assim mais… bizarro! Lembro-me do Frei Hermano da Câmara a seguir a Nick Cave, por exemplo... Ou do Julio Iglesias a (tentar) cantar em português...

A ideia principal era divertir-me e, se possível, divertir aqueles que escolhia como cobaias para os sons seleccionados. O objectivo era aproximar-me do sonho que continua adiado: ter um programa de rádio meu.

Seria difícil que um programa como o que eu simulava fosse transmitido. As sequências nada tinha a ver com o que era corrente nas rádios da altura e a selecção dependia única e exclusivamente de mim. Devem ser muito raros os casos em que um alinhamento ou conceito de um programa dependem de uma só pessoa…

Em cada uma das partes do programa, ou seja, em cada um dos lados da K7 havia uma sequência de três músicas que culminava num dueto. A ideia era tentar transmitir como que a fusão dos dois artistas ou bandas que iniciavam a sequência.

Lembro-me que uma das maiores dificuldades era encaixar todas as músicas no tempo da cassete. Raramente os 60 minutos indicados na embalagem coincidiam com a realidade e não gostava de deixar segundos “vazios” ou cortar músicas.

O outro problema era utilizar o separador que tinha escolhido para separar os segmentos de música. Escolher o melhor “baramba-barumba-barim-bam-boom” de Elvis não foi fácil…

Actualmente, são vários os sítios na Internet onde se pode criar/construir o nosso programa de rádio. Mas são raros, pelo menos assim me parece, os que permitem o acrescentar da voz. Porque se assim não for, então temos só uma compilação, uma sequência e perde-se o toque pessoal que me parece essencial a qualquer programa.

Adorava ter uma rádio pirata como as que rebentaram cá por Portugal há uns anos atrás. Chegava a casa, fechava as janelas, ligava o transmissor… Deixem só que o Euromilhões chegue cá! Temos garantidamente rádio nova!

Claro que se fosse agora o programa já não teria o mesmo formato. E o nome já não seria certamente o mesmo.

DespertaDor”!

Assim. Com duas maiúsculas! Programa inevitavelmente nocturno... É a minha palavra preferida e para além da ironia que o termo possui transmite da única forma possível aquilo que mais me parece emergente na vida: acordar!

Só não escolhi ainda a música para acompanhar o programa… Há ideias!?

Sugestão... Seagull Strange...

Uma nova sugestão surge aqui no Recortes do Silêncio... Um excelente som... Com acordes agradáveis, e uma voz que acompanha muito bem a tonalidade dos sons da guitarra...

Uma boa novidade este álbum, onde se nota a presença de influências de Muse, Eels, ou mesmo Snow Patrol... e porque não Placebo!! Bem, uma conjugação de inquietantes "ruídos", que tornam este álbum como uma excelente e agradável surpresa... Uma fantástica colecção de músicas são "oferecidas" pelos Seagull Strange...

"Better Angels of Our Nature" é um álbum, pode-se dizer, ligado a uma vertente pop-rock... Muito inventivo, sofisticado e literado...

Directamente de Bristol...

Boas audições musicais...

Informação!

Boas!

Como tenho algo que poderá interessar a algum dos leitores deste blog, aproveito a facilidade de comunicação que a internet nos dá para colocar à venda 3 bilhetes para o concerto de Dave Matthews Band, a realizar dia 25 de Maio de 2007, no Pavilhão Atlântico (Lisboa). A minha impossibilidade de marcar presença neste excelente espectáculo deve-se a compromissos profissionais inadiáveis!

O valor de cada bilhete é de 30eur (plateia). Portanto, para quem estiver interessado poderá entrar em contacto via blog ou mail.

Obrigado.

Boas audições musicais...

Sugestão da Semana...

Perry Blake... Broken Statues


Album editado em 2001, gravado ao vivo
no Cirque Royal, Nuits Botanique, Brussels.

Um grande álbum, com música calma, melancólica... a "rossar" o depressivo calmo...

Um cantor, com uma voz terna e suave... Aconselho para aqueles momentos mais calmos das vossas vidas...

Poderão assistir ao concerto de Perry Blake no Theatro Circo, dia 26 de Maio... Aquele que será a apresentação do seu novo trabalho, The Canyon Songs...

Boas audições musicais...
Friend Emptiness

one day i woke up to the light from the sun
i thought the night ghost were all gone
felt that things weren't like they used to be
waking with anxiety by my side

my heart, my soul everything's gone
everything's gone
my heart, my soul everything's gone
everything's gone

even the sun cannot light up the day
everything seems to be without colours
silence was the only thing i heard
wanted to go back again

my heart, my soul everything's gone
everything's gone
my heart, my soul everything's gone
everything's gone

my heart, my soul everything's gone
everything's gone
my heart, my soul everything's gone
everything's gone


Beseech - Drama - Friend Emptiness - 2004

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Sugestão da Semana... Vandaveer...

A minha sugestão da semana... Vandaveer_Grace & Speed...
Um album muito agradável...
Uma mistura de folk, indie, diria eu... Mas... Bem, os "rótulos" nem sempre caracterizam da melhor forma o som proveniente...
O melhor é mesmo ouvir...

Mundo Cão no... Circo (28-04-2007)

O esboço dos Mundo Cão nasceu das colaborações positivas entre Adolfo Luxúria Canibal e Pedro Laginha (clip de "Cão da Morte", ("Gumes" com Adolfo Luxúria Canibal, e coros em "Estilo" e "Vertigem"). O projecto, a banda, o grupo, soa muito simplesmente a rock (dito de forma abrangente e descomplexada sem a procura de outros rótulos).
Eles são caras conhecidas por quem gosta de boa música (e não só). Na voz a surpresa Pedro Laginha. Provavelmente o elemento mais conhecido, paradoxalmente nunca editou qualquer trabalho discográfico. É actor. Descubra-o num novo papel, e que papel!!
Na bateria o Miguel Pedro. Está quase a fazer uns 25 anos que iniciou, com Adolfo Luxúria Canibal, uma das mais carismáticas bandas portuguesas, os "Mão Morta".
Numa das guitarras está o Vasco Vaz. Ele é, antes de mais, parceiro do Miguel nos Mão Morta, mas antes disso tocou numa formação que deu muitos e excelentes músicos ao nosso panorama musical, os Braindead.
Na outra guitarra encontramos o Gonçalo (aka BUDDA). Músico de inúmeros projectos, o seu momento mais relevante terá sido nos "Big Fat Mamma".
Finalmente no baixo o Nuno Canoche. O menos conhecido do público.
Contando com a preciosa ajuda do "Joker" Adolfo Luxúria Canibal, como autor de todas as letras, os Mundo Cão deram início à gravação do seu primeiro CD, e da sua aventura musical em terras lusitanas...

Mundo Cão no Theatro Circo (foi a minha primeira vez)... foi... excelente!
Eram 23.55h...
Entrei na sala com um amigo (João) e deparei-me, para enorme surpresa minha, com uma sala completamente cheia! Lá conseguimos arranjar lugar para sentar... A noite prometia, com um ambiente acolhedor gerado pelo tamanho reduzido deste pequeno auditório...
Passados uns 15 minutos, lá começam a entrar os interpretes principais no "circo"... Começando pela guitarra, baixo e bateria, fazem uma entrada fora do vulgar, onde foram subindo de tom até o grande momento... A entrada do vocalista Pedro Laginha, que começa já a ser a figura de referência deste novo projecto...
A "distribuição" de um som fantástico pelo espaço envolvente do pequeno auditório começou de seguida, e eis que fico espantado com a qualidade de som da própria sala! Excelente acústica...
A voz de Pedro Laginha entoava perfeita... Para dizer a verdade, nunca pensei que se aguentasse tão bem ao vivo como se aguentou, mostrando um poder vocal enorme e um grande empenho no seu papel... Uma voz que atrai e nos puxa para o “mundo cão"...
De salientar a actuação do guitarrista BUDDA! “One Man Show”... Não parou durante todo o concerto!
Foi um grande concerto, superou as minhas melhores expectativas, isto porque sendo um projecto novo, estava ciente que poderiam existir alguns “problemas” na sua actuação ao vivo, mas… confirmou-se o contrário, mostrando grande entrosamento, um excelente som, e conseguiram com que o pessoal lá fosse batendo o pé, como que de um força externa a nós se tratasse...
Momentos altos da noite, “da vertigem sou mendigo”, “caixão da razão”, e claro... “morfina”... Com um som descomplexado, cru e nu, arrebataram grande parte do público presente...

Em suma, um grande concerto... Parabéns!
Estaremos cá para ver a evolução destes senhores...