Crematory

É na próxima Sexta-Feira dia 1 que chega um disco muito aguardado. Agendado para esse dia está o lançamento de Pray, o último álbum de originais dos Alemães Crematory.

Para recordar deixo aqui The Fallen retirado do álbum Believe (2000)

Labels:

Melody Gardot...

É uma cantora escritora (songwriter) de Philadelphia...
Um grave acidente aos 19 anos, deixou-a incapacitada de andar, o que a levou a apostar ainda mais na música... Sendo agora reconhecida como alguém com um talento gigantesco...

O seu primeiro álbum (LP) é este que hoje venho apresentar... "Worrisome Heart"... Lançado em 2008, o álbum tem 11 músicas escritas por Gardot e foi co-produzido por Glenn Barratt e ela própria...
O álbum conta com a participação de vários artistas... Jef Lee Johnson, Joel Bryant, Matt Cappy...

A menina Gardot tem uma voz que "encaixa" de forma perfeita no género "jazz vocal" que a sua música demonstra... Uma voz suave, que parece acarinhar os nossos ouvidos enquanto escutamos as suas músicas... Lentas, calmas, aconchegantes...
É algo que aconselho para um final de dia...

Nas suas músicas não nos apercebemos do sofrimento que tem enquanto canta, enquanto vive... Mas... Podemos ver isso retratado nas suas letras...
Não conseguindo andar, sendo obrigada a usar óculos escuros, e quase sempre acompanhada por uma "black box" (estojo anti-dores, se assim se pode chamar), é de admirar a sua capacidade de superar os problemas e escrever/compor da forma como o faz... Esta força interior faz dela uma inspiração para todos nós...
De não esquecer que esta menina/senhora tem também um problema de hipersensibilidade ao ruído e som...
Impressionante!
Aqui fica uma pequena homenagem à sua fantástica música...



Boas audições musicais...

Yael Naim

O Zapping pode ser um dos cúmulos da preguiça mas por vezes acaba por ser um crime que compensa. A passear de canal em canal acabei por esbarrar no normalmente inenarrável MCM. A melodia não era estranha e acabei por me deixar ficar até caçar o nome da cantora: Yael Naim.

A jovem completa este ano 30 aniversários e saltou para o conhecimento público graças à campanha publicitária do novo MacBook. Ou pelo menos se ainda não roda nas principais rádios nacionais pouco deve faltar porque o tema utilizado na publicidade tem tudo para se tornar um bom sucesso pop, daqueles em que o "la-la-la" perdura horas e dias.

Mais uma vez a publicidade funciona como veículo de divulgação, de distribuição de novos casos de (possível) massificação da música. No entanto, aqui parece residir algo mais do que só um sucesso fugaz e de 3 meses. O seu álbum homónimo, de 2007, já passou pelo 11º lugar do Top francês de vendas e conta com músicas em inglês, francês e hebraico. Tem influências do jazz e da folk, em sonoridades invariavelmente ternas e ideais para os dias mais solarengos.

Mais uma vez, e para tirar teimas, fica aqui uma versão de "Toxic", um original de uma senhora que ultimamente não tem tido a vida fácil: Britney Spears!

E então? Temos talento?

Coldfinger + The Go! Team - Casa da Música (sala 2) - 19.01.08

A primeira vez que ouvi os The Go! Team foi graças a Thunder, Lightning, Strike, o álbum de estreia desta banda inglesa. Para além da surpresa, que me parece compreensível, de ver tantos géneros e estilos diferentes fundidos num só conjunto, ficou também a sensação estranha de me perguntar: "Eu gosto disto?!?".

Porque convenhamos que estão aqui influências que ultrapassam muito o que costumo ouvir: rap, hip-hop ou cânticos semelhantes aos de cheer leaders...
Mas de facto esta é uma das bandas mais irreverentes, energéticas e contagiantes que conheci nos últimos anos. O seu som entranha-se, infiltra-se de tal forma que ao décimo segundo já estamos a bater o pé ou a cantarolar partes da música. Juntam uma dose de infantilidade, saudável e fresquíssima, a guitarradas, samples e batidas próprias de uma dose reforçada de ecstasy, sem nunca perder a noção de musicalidade, ritmo ou melodia. É como se fizessem uma fusão do genérico do "Verão Azul" com os Massive Attack e os Sonic Youth...

A expectativa era muita e a julgar pelo que vi na noite de dia 19 não era o único.
A noite começou com os Coldfinger de Margarida Pinto e a banda não desiludiu. Em estréia na Casa da Música, os portugueses levaram os seus sons mais rock afastando-se, na minha opinião bem, da aproximação por vezes reggae que o seu último álbum "Supafacial" apresenta.

O público presente pedia batida e ritmo e foi isso que os Coldfinger apresentaram, acabando por visitar vários dos seus trabalhos. Nota positivíssima para a Margarida Pinto e a sua voz irrepreensível. Ficou a curiosidade para espreitar um concerto só da banda, preferencialmente com incidência em "Sweet Moods and Interludes".

Só que a noite pertencia aos The Go! Team. Com Ninja, a vocalista principal, a liderar as tropas foi impressionante a reacção do público, desinibido e pronto a corresponder aos apelos de toda a banda. E foi curioso confirmar as reacções imediatas quer às músicas do álbum de estreia quer ao novo trabalho "Proof of Youth". Ninja soube gerir a rivalidade com Lisboa, garantindo que o concerto que tinham dado por lá na noite anterior tinha sido muito bem recebido e que por isso esperava confirmar que a Norte os resultados eram ainda melhores. Não me parece que tenham sido desiludidos...

A secção de orquestração e sopro não estava obviamente presente e esses registos apareceram como samples. Mas nem isso trouxe menos valor ao concerto.
Os The Go! Team são a melhor aposta para o cartaz dos próximos festivais de Verão. Obviamente se bem posicionados na agenda e acompanhados pelas bandas certas, os ingleses são garantia de uma hora bem passada como o vídeo bem demonstra.


Começa muito alta a fasquia dos concertos de 2008!

Mais um ano de Silêncios...

E um ano depois de festejarmos o primeiro aniversário, celebramos hoje o segundo.
Incrível!

De modo a comemorar esta data tão catita, nada melhor do que apelar à verdadeira Justiça Popular:


Obrigado por tornarem os nossos silêncios mais simpáticos...

Little Annie and Paul Wallfisch...


Com "When Good Things Happens To Bad Pianos", entram em 2008 com um excelente registo... Esta senhora promovida pelo nossos conhecidos Antony & The Johnsons, aparece na cena musical com um som muito único, diferente, e bastante apelativo...

Aqui fica uma amostra do seu novo trabalho...



Boas audições musicais...

José James... The Dreamer...


José James prepara o lançamento, em Janeiro, do seu álbum de estreia “The Dreamer” pela Brownswood Records (editora britânica comandada por Gilles Peterson).

A produção deste álbum será apoiada por Gilles Peterson, Nicola Conte, Bassment Jaxx, Toshio Matsuura, Simbad, Kay Suzuki e Flying Lotus, mas este disco também irá receber a colaboração de músicos como Alex David, Junior Mance, Omar Abdulkarim, Nori Ochiai, Michael Campagna, Ryan Anselmi, entre muitos outros...

"The Dreamer" é um álbum aguardado com algum entusiasmo neste inicio de 2008.

José James é um artista com uma voz forte, quente, um instrumento capaz de seduzir qualquer ouvido... Além de ter uma abordagem vanguardista em relação aos grandes mestres do Jazz...
Este senhor é detentor de uma voz extraordinária que podem ouvir aqui... Podem também visitar o myspace deste senhor...

Boas audições musicais...

O ginásio da vida


As críticas têm chovido de todos os sectores. O aperta-cinto implica, afirma o Governo(veremos durante quanto tempo) , a impossibilidade de descer os impostos. Ou pelo menos assim se dizia...

Na semana passada chegou a grande notícia: o Governo vai descer o IVA. O IVA?!! Sim, o IVA!! Em todos os bens e serviços? Bem, isso é outra história... O IVA associado aos (pasmem-se!!) ginásios. Porquê? Para incentivar a prática desportiva e melhorar a saúde do castigado e insatisfeito povo português.

Muitos podem dizer que as acções deviam ser outras. Incentivar as autarquias para a criação de espaços verdes ou de pequenos recintos onde jovens e graúdos pudessem praticar desportos, equipar melhor as escolas para motivar as gerações mais recentes, cooperar e subsidiar a organização de eventos desportivos como maratonas, passeios de bicicleta, pequenos torneios... Mas isso é para os simplistas, para os que não têm visão de Estado.

Qual é a verdadeira solução? Baixar o IVA para os ginásios. Os ginásios... Não conheço o perfil do utilizador comum mas quantas pessoas é que será que vão beneficiar com esta descida? Os reformados com pensões irrisórias? Os desempregados? Os que aguardam nas listas de espera? Ou serão os adolescentes que abandonam a escola sem concluir a escolaridade obrigatória?

E pior, o senhor Secretário de Estado apressou-se a garantir que os ginásios iam ser vigiados de forma a assegurar que os preços iam ser realmente reduzido. Ou seja, para além de decretar uma lei "de pormenor", o Governo prontifica-se a vigiar ginásios. Ginásios!

Esqueçam a fuga ao fisco, o off-shore da Madeira, o sigílio bancário, os ordenados astronómicos de alguns cargos públicos, a carga fiscal pesadíssima que existe no nosso país, o "Monstro" da função pública, a impunidade de muitas gestões das grandes empresas. É nos ginásios que mora a solução...

Enquanto isso, o marasmo arrasta-se, o rebanho assente e o pastor descansa, encostado às sondagens e de pés pousados na imprensa macia.

Preocupem-se com o dia-a-dia, com o essencial em vez de vigiar o pormenor e o fugaz. Preocupem-se com o ginásio da vida. ;)

Syd Matters com Ghost Days...

Syd Matters aparece em 2008 com um novo trabalho... "Ghost Days"...

Ligado ao género Indie, mas com fortes influências de Radiohead, Nick Drake, ou mesmo Pink Floyd, este álbum surpreendeu-me pela positiva!

Músicas bem construídas... Uma mistura de sons muito bem feita...
Com uma notória simplicidade, este álbum proporciona sonoridades que nos poderão acompanhar para qualquer lado... Sem nos enchermos de o estar a ouvir...
Poderão espreitar o som deste "songwriter" aqui...
Recomenda-se! :-)
Boas audições musicais...


Avantasia - The Scarecrow.

Amanhã vai ser um grande dia, uma das razões é o lançamento à muito aguardado de "The Scarecrow" do projecto Avantasia.

Em jeito de ante visão aqui fica o single lançado a 14 deste mês:

Labels:

Madrugada em 2008

Os Madrugada lançam novo álbum neste novo ano de 2008...
Podem "cheirar" algumas das novas músicas no mypsace

Pelo que ouvi, gostei bastante, matendo as sonoridades a que nos habituaram...
Mais um excelente trabalho para este ano...
Boas audições musicais...

Eels... A história de uma banda...

Eels lançaram esta semana uma compilação com os maiores êxitos da banda durante os seus anos de vida....
"Meet The Eels, 1996-2006"
Excelente alinhamento para começar o ano de uma forma muito agradável, ouvindo Eels...

Desfrutem... (myspace)


Boas audições musicais...

O Melhor de 2007... Pelo Recortes do Silêncio...

O ano que passou (2007) foi bastante concorrido no que toca a lançamentos e novas bandas que surgiram com uma força incrível no panorama da música nacional e internacional.
Felizmente, alguns deles foram aqui tratados, deixando-nos agora a difícil tarefa de escolher os melhores do ano…
Bem, aqui é que a “porca torce o rabo”… Hum…
A ideia era limitar isto a 20 músicas e 10 álbuns, tarefa que se tornou impossível (talvez menor esforço de síntese por parte de alguns de nós!!)…
O que sai desta lista é claramente o melhor, do melhor, do melhor… Porque as escolhas são mais que muitas…

Assim sendo, deixo aqui as nossas escolhas, começando pelo Afonso Sade, passando pelo Carlos e terminando com o BadSeed, para…

Os melhores registos estrangeiros de 2007…

(Afonso Sade)
1. Pain – Psalms of Extinction
2. Avantasia – Lost In Space Pt. I e II
3. Amorphis – Silent Waters
4. Emigrate – Emigrate
5. Turisas – The Varangian Way
6. Samael – Solar Soul
7. Systemyk – Cross Contamination
8. Machine Men – Circus of Fools
9. Labyrinth – 6 Days To nowhere
10. After Forever – After Forever
11. Tacere – Beautiful Darkness


(Carlos)
1. Alina Simone – Placelessness
2. Joe Henry – Civilians
3. Grinderman – Grinderman
4. The National - Boxer
5. Bon Iver - For Emma, Forever Ago
6. Porcupine Tree - Fear of a Blank Planet
7. PJ Harvey - White Chalk
8. Iron & Wine - The Shepherd's Dog
9. The Snake, The Cross, The Crown - Cotton Teeth
10. Andrew Bird - Armchair Apocrypha
11. Patrick wolf - the magic position
12. Paul Duncan - Above The Trees
13. A Whisper In The Noise - Dry Land
14. Vandaveer – Grace & Speed
15. The Gunshy - There's No Love in This War
16. Beirut - The Flying club cu
p

(BadSeed)
1. Arcade Fire - Neon Bible
2. Andrew Bird - Armchair Apocrypha
3. Grinderman - Grinderman
4. Patrick Wolf - The Magic Position
5. Josh Ritter - The historical Conquest of
6. The National - Boxer
7. Radiohead - In Rainbows
8. Michael Cashmore - The Snow Abides
9. PJ Harvey - White Chalk
10. Rufus Wainwright - Release the Stars


E depois os melhores nacionais…

(Afonso Sade)
1. Adolfo Luxúria Canibal e António Rafael - Estilhaços
2. Desolate Ways – Tearful
3. {f.e.v.e.r.} - 4st_Fourst
4. Rodrigo Leão - Portugal um Retrato Social
5. Moonspell - The Great Silver Eye


(Carlos)
1. Adolfo Luxúria Canibal e António Rafael - Estilhaços
2. Mundo Cão - Mundo Cão
3. Mazgani – Songs Of The New Heart
4. Old Jerusalém - Temple Bell
5. Jorge Cruz – Poeira
6. Jorge Palma - Voo Nocturno


(BadSeed)
1. Mazgani – Songs Of The New Heart
2. Sean Rilley and the Slowriders
3. Adolfo Luxúria Canibal e António Rafael - Estilhaços
4. Become Not - Become Not
5. Clã - Cintura
6. Wray Gunn - Sangri-La
7. Oliver Paine -
8. Rodrigo Leão - Portugal, Um Retrato Social
9. David Fonseca - Dreams in Colour
10. Tiago Bettencourt e Mantha - O Jardim
11. Jorge Palma - Voo Noturno


Melhor banda Sonora…

(Afonso Sade)
Nunca fui muito apreciador de bandas sonoras, tirando os musicais como o Fantasma da Opera ou o Nightmare Before Christmas… A única banda sonora que debrucei maior atenção em 2007 foi a do Hitman.

(Carlos)
Eddie Vedder - Into The Wild

(BadSeed)
Music From The Motion Picture The Assassination of Jesse James

Agora as músicas...
Ora aqui está uma escolha ainda mais complicada de se fazer (são imensas!!!). Não foi nada fácil de reunir e restringir o número 20, mas com muito esforço lá conseguimos cumprir o nosso objectivo!
Mais uma vez, é de sublinhar que, aqui só figuram as melhores das melhores. Neste caso, optamos por não colocar qualquer tipo de ordem, pois estão todas em primeiro lugar…

E os nomeados para esta categoria são…

(Afonso Sade)
Star Of Fate by The 69 Eyes
Way Out Of Here by Porcupine Tree
To Holmgard and Beyond by Turisas
Son of the Staves of Time by Therion
Absent Without Leave by Sirenia
Paid in Full by Sonata Arctica
Sisters Of The Light by Xandria
Damned Vampires and Gothic Divine by Tarja Turunen
Foes of the Sun by Tacere
Victim by Systemyk
Suspended Time by Samael
Does it Really Matter by Pain
The Cardinal Point by Machine Men
Lost by Labyrinth
Babe by Emigrate
Alone by Desolate Ways
Satellites by Autumn
Black River by Amorphis
Never Enough by Epica
The Poem by Visions Of Atlantis


Como não poderia deixar de ser, o Afonso Sade decidiu colocar aqui as 5 covers favoritas…
Rasputin (Boney M.) by Turisas
Play Dead (Björk) by Pain
Dancing With Tears In My Eyes (Freddy Mercury) by Avantasia
I Just Died In Your Arms Tonight (Cutting Crew) by Northern Kings
Come Together (Beatles) by Labyrinth


(Carlos)
Hey Jim by The Snake The Cross The Crown
This is the Thing by Fink
The Straw That Brokes the Camel's Back by (r)
Storm Warning by Parhelia
Fog Rolling In by Revival
As We Were by A Whisper In The Noise
Taste by Magik Markers
Hearts by Terry Lee Hale
Swastika by Tiny Vipers
The Streets Is Full Of Creeps by Vandaveer
October 28, 1943, Jule, I'm Not Ready To Die by The Gunshy
Velvet Painting by Alina Simone
How Low by José González
Ressurection Blues by Black Pony Express
Vortex by Grinderman
The Bluebell by Patrick Wolf
Noite Transfigurada by Adolfo Luxúria Canibal
Morfina by Mundo Cão
Skinny Love by Bon Iver
The Fire by Paul Duncan
Fire At Sea by Saint Joan
Civil War by Joe Henry
The Snow Abides by Michael Cashmore


(BadSeed)
At Sea by Electrelane
The Dull Flame of Desire by Bjork
Sad Eyes by Bat For Lashes
The Winner is by Little Miss Sunshine
The Lake by Aqualung
Be Good or Be Gone by Fion Regan
Vortex by Grinderman
Everybody Knows by Ryan Adams
Red Vine Blues by The Grails
Your Mangled Heart by The Gossip
Better Than by The John Butler Trio
Doing it Right by The Go! Team
To Build a Home by The Cinematic Orchestra
The Great Escape by Patrick Watson
Barfly by Ray LaMontagne
Dads Gonna Kill Me by Richard Thompson
Honest James by Thurston Moore
But Honestly by Foo Fighters
My Violent Heart by Nine Inch Nails
You Me Dancing by Los Campesinos


Esperamos comentários a esta pequena lista de 2007, que poderia ser muito mais extensa …

Boas audições musicais e que o novo ano traga tantas coisas interessantes como o ano que passou… Acabou por ser um ano muito interessante, tanto ao nível internacional como ao nível nacional, onde brotaram alguns projectos muito interessantes…
Espero que seja para continuar assim…

P.S.: Os links de algumas das músicas já estão actualizados... Para poderem ouvir alguns dos sons que por aqui passaram em 2007...

Opeth - The Grand Copnjuration

Digam o que disserem eles são únicos, e ao vivo são inesquecíveis.

Aqui ficam os Opeth a recordar:

Labels:

Sir Richard Bishop

Há pouco a dizer...


2007 viu chegar o novo álbum deste senhor, "While My Guitar Violently Bleeds", mas apesar disso ainda não chegou cá a casa.


A gerência agradece a simpatia da entrega de sons com a assinatura deste senhor.

Litte Annie

Começam a desenhar-se as agendas de grande parte das salas de espectáculos do país. Em ano de Rock in Rio versão lusa será curioso como se vão organizar os festivais de Verão, agora que existe alguma experiência por parte das organizações de espectáculos.
Mas enquanto o calor ainda está longe e não chegam os nomes para os meses mais quentes do ano, há que programar os que estão mais perto.

O nome mais sonante poderá até ao momento ser o dos Portishead com concertos marcados para o nosso país, a 26 de Março no Porto (Coliseu) e a 27 em Lisboa (Coliseu dos Recreios).

Outra surpresa, mais cá para o Norte, foi a confirmação de John Cale na Casa das Artes, em Vila Nova de Famalicão, no dia 16 de Maio. A não perder!

Mas já em Fevereiro, também em Famalicão, temos Little Annie, acompanhada por Paul Wallfisch, com o seu espectáculo, em formato acústico/cabaret. Tenho muita curiosidade para ver como resulta ao vivo "Songs for the Coalmine Canary", produzido por Antony em 2006. A sua música e voz ganhou mais protagonismo na última campanha da Levi's (para ver aqui).

A descrição no blog da Casa das Artes não podia ser mais acertada:

"Nietzcshe, Freud, Dinheiro, Sexo, Sartre, Demónio, Drama, Comprimidos, TV, OVNIS, Fantasia, Política, Fascismo, Cocaína, Lágrimas, Moda, Xamanismo, Esperma, Jóias, estrelas… Tudo isto (e muito mais) é ou confunde-se com o Mundo submerso e desordenado de Little Annie."



Dia 9 de Fevereiro!!

Em mês de Gente Sentada e com uma abençoada explosão de concertos no Norte do país, a carteira tem de ser bem gerida. Mas não tenho muitas dúvidas que ainda assim, vou chegar ao fim a querer ter visto mais!!

Paul Duncan... Above the Trees...

Simplesmente fantástico o som deste trovador... Músicas com um sentimento forte, sentimento esse envolvido na sua voz...
Aqui fica uma pequena amostra do muito bom que podem encontrar no seu trabalho de 2007...



Muito bom! (opinião pessoal)
Boas audições musicais...

O hino espanhol

Segundo li, reza a lenda que o senhor presidente do Comité Olímpico Espanhol ficou sensibilizado quando assistiu aos adeptos espanhóis a acompanharem o seu hino com simples “hmm, hmm”. Porquê? Porque o hino espanhol é um dos poucos hinos que não tem letra. Então, criou-se uma vontade, um movimento que possibilitasse que os espanhóis pudessem cantar bem alto o seu hino.

O “painel de especialistas” que incluía um historiador, um compositor e um atleta escolheu, de entre cerca de 7 mil inscrições, num concurso iniciado no ano passado, o poema de Paulino Cubero, um senhor espanhol, que a imprensa insistiu em identificar como “desempregado de 52 anos”.

Resultado:
"Viva Espanha! Cantemos todos juntos com distinta voz e um só coração. Viva Espanha! Dos verdes vales ao imenso mar, um hino de irmandade. Ame à Pátria, pois sabe abraçar, sob seu céu azul, povos em liberdade. Glória aos filhos que à história dão justiça e grandeza, democracia e paz".

Seriam necessárias 500 mil assinaturas para submeter esta letra à aprovação do Parlamento mas eis que chegou a opinião da esquerda espanhola que apontou a letra como “franquista”, antiga e ultrapassada. Aparentemente, ambos os hinos, o proposto e o popularizado no regime de Franco, têm inícios similares, o “Viva Espanha” é coincidente e mesmo os finais são demasiado semelhantes.

Reza então a história que os espanhóis vão continuar a acompanhar o seu hino com sentidos e energéticos “hmm, hmm”, o que pode vir a garantir um dos murmúrios mais patrióticos do planeta.

Não sei se os White Stripes estavam inscritos mas esta é a minha proposta para o Comité Olímpico Espanhol. Tem touradas, cheira a olés e não me parece que o regime de Franco apoiasse este som o que só pode ser um ponto positivo.

E assim pode ser que alguém passe a entender um espanhol que tenta falar inglês…

Ainda 2007... Dolorean, You Can't Win...

Aqui fica mais uma sugestão do ano que passou mas para este novo ano...
Dolorean, com o seu "novo" trabalho, "You Can't Win"...


Espero que gostem...
Aqui fica a última música deste álbum (faixa 11), "My Still Life"...

Boas audições musicais...

Janeiro, o mês das Metal Opera’s!

Começa o ano e nada melhor do que dois grandes projectos lançarem dentro do mesmo panorama trabalhos distintos.

Falo-vos do tão aguardado The Sacrecrow de Tobias Sammet com participações de nomes como Kai Hansen (Gamma Ray), Amanda Somerville (Aina), Michael Kiske, Bob Catley (Magnum), Sascha Paeth entre muitos outros, e falo também do 01011001 de Ayreon (Arjen Anthony Lucassen) que conta com artistas do tipo de Hansi Kursch (Blind Guardian), Daniel Gildenlow (Pain of Salvation), Jonas Renkse (Katatonia), Anneke van Giersbergen (ex-The Gathering, Agua de Annique), Bob Catley (Magnum), Floor Jansen (After Forever), Derek Sherinian (ex-Dream Theater, Planet X) ou Simone Simons (Epica).

The Scarecrow ainda não me chegou às mãos, mas dia 25 vou estar a postos para o ir buscar. O 01011001 (que saia 28 de Janeiro) já o tenho à algum tempo, mas sinceramente só hoje lhe dei alguma atenção. O facto de não o ter ouvido ainda reside no facto de The Human Equation ser um álbum muito bem concebido e muito bem trabalhado. Sendo assim tinha em mim algum receio do que por aí viria... Mas felizmente enganei-me. Este trabalho partilha de todos os elogios do seu antecessor, sendo que ainda é mais cativante de se escutar.

Para ante visão, e visto já ter escrito bastante sobre o The Sacrecrow, deixo-vos o trailer para Ayreon – 01011001:

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Tiamat - Commandments

Sai no dia 26 de Fevereiro deste ano o Best Of dos Suecos Tiamat. Para nos recordar disso a Century Media disponibilizou já um video de Cain, uma das músicas que aparece neste álbum e foi single do último de originais Prey.

Aqui ficam os suecos:

Labels:

Novidades... 2008...

Boas!
Aqui ficam, fresquinhas ainda, duas novidades para este ano de 2008...

Primeiro, as senhoras claro! Cat Power, com a sua "Jukebox"... Excelente álbum...


Uma pequena amostra...

Depois, Jason Collett, com o seu novo trabalho "Here's To Being Here".


Um dos músicos que fazem parte dos Broken Social Scene... Aconselhável para quem gosta, por exemplo, de Sondre Lerche, Josh Rouse, ou mesmo Bob Dylan...

Boas audições musicais...

Bon Iver... "Bon" Surprise...

Um grande disco para este 2008... For Emma, Forever Ago...

Lançado de forma totalmente independente, o primeiro álbum de Bon Iver - banda-de-um-homem-só, comandada por Justin Vernon - provocou uma excelente impressão... O New York Times chamou-o de “irresistível”, a Pitchfork colocou-o na lista dos melhores de 2007.
Será mais um álbum que se consagra como um segredo muito bem guardado? Espero que isso não aconteça, para bem da música...

Bon Iver é mais um excelente músico da nova fornada de folkers norte-americanos, que lançou no ano de 2007 o álbum For Emma, Forever Ago.

As mais inspiradas melodias reflectem um ambiente modesto, caseiro... Onde tudo acaba por ter um toque mágico... Com uma enorme simplicidade...
Quem ouve o álbum sente a névoa de solidão e melancolia que paira sobre este diário lírico... Mas que é tão agradável de escutar...

O álbum é composto por uma sequência de músicas e melodias inspiradas, com um contorno de aconchego para quem as ouve...
Aqui fica uma das músicas que mais me cativou... Skinny Love... Por Bon Iver...



Excelente este álbum... Aconselho vivamente!
Boas audições musicais...

Dig, Lazarus, Dig!!! - o Vídeo

Com a data de lançamento do novo álbum cada vez mais próxima é previsível que Nick Cave vá aparecendo com alguma regularidade cá pela casa.
Sendo assim, foi recentemente divulgado o vídeo da canção que dá tema ao álbum. Para consultar no site da banda, no MySpace e no incontornável YouTube.

De sublinhar o look de Nick Cave, entre um cowboy de "The Proposition" e um Soprano no melhor da sua carreira... Excelente!

Que bem que 2008 começa!!

"I want you to dig!!"

Qual foi o teu primeiro Vynil? E CD?

Depois de reviver os The Offspring lembrei-me que a minha incursão na música começou com:

Um Vynil dos Queen: Greatest Hits II
O meu primeiro CD foi o Trigger dos Blind Zero:
E o primeiro CD, comprado com o meu dinheiro... Sepultura, The Roots Of Sepultura:
E tu como começaste?

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Para Recordar

The Offspring - Self Esteem

Já lá vão 14 anos...

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Portugueses para Gente Sentada

Agora que o Festival para Gente Sentada se aproxima começam a ser lançados os primeiros nomes para o cartaz do festival que, em outras edições, contou com nomes como Devendra Banhart, Sparklehorse, Ed Harcourt, Fink, Sufjan Stevens ou Rosie Thomas.

Para este ano já estão confirmados Richard Hawley e Joe Henry que tiveram álbuns em 2007 bastante referenciados em vários sites e revistas.
Não sei como estamos de finanças para os lados da organização mas nomes como P.J. Harvey, M. Ward ou Damien Rice encaixavam como uma luva no alinhamento do festival. Ou os estreantes Florence and the Machines e Fionn Regan, que deixam excelentes indícios nas músicas que disponibilizam nos seus sites.

Apesar de tudo é definitivamente o momento certo para dar destaque a alguma da muito boa música que se vai fazendo no nosso país. Não vejo nenhuma banda a negar participar num festival que tenha os nomes já anunciados e as vantagens são repartidas por todos. Por isso, aqui ficam as minhas sugestões lusas para o Festival para Gente Sentada:

- Mazgani
- Electric Willow
- Old Jerusalem
- A Jigsaw
- The Partisan Seed
- Sean Riley and the Slowriders (no vídeo em anexo, com "Moving On")

Joe Henry... Civilians...

Joe Henry, um excelente escritor e cantor, aparece como um dos melhores cantautores dos anos 90...
Neste álbum apresenta-nos uma colecção de sons extremamente crús e nús, mas de muito agradável audição.

O álbum demonstra uma enorme sobriedade, seriedade, um excelente estilo e uma identidade única, referenciada por vários críticos musicais.

A comparação lógica com Tom Waits é aceitável, embora a experiência (e a falta de uns cigarros para aprofundar a voz ao nível de Tom Waits) ainda seja pouca para igualar as prestações do Sr. Tom Waits... Mas é um bom início!

«Civilians» é um álbum onde a palavra quase tem mais atenção do que propriamente a música, muitas vezes reduzida a um esqueleto onde o essencial triunfa sobre o acessório. Longe de ser simplista, «Civilians» evidencia cuidado e bom gosto nos arranjos.

Pessoalmente, adorei o álbum... Tem um horizonte e um imaginário longo e fantástico... É, sem dúvida, um contador de histórias com uma veia literária aprofundada e apurada, capaz de passar o seu quotidiano para as suas canções, oferecendo-lhe uma ligação pessoal, profundas, com uma certa dor e tristeza associadas...

Aqui fica uma amostra do que poderão ouvir neste álbum... E que também poderão ouvir no Festival Para Gente Sentada, nos dias 22 e 23 de Fevereiro... A não perder...



Boas audições musicais...

Dig, Lazarus, dig!!!

Estreou no passado dia 3 o filme "The Assassination of Jesse James by the Coward Robert Ford", que eu esperava poder comentar neste post mas tendo em conta que o filme ainda não chegou a nenhuma das cidades às quais me posso deslocar facilmente ainda não é desta que fica por cá a minha opinião.


Aliás, não é de cinema que se tecem estes nossos Recortes e este post tem, mais uma vez, orgulhosamente, um nome associado: Nick Cave. Pois é, tal como prometeu em muitas das entrevistas aquando do lançamento de "Abattoir Blues/ The Lyre of Orpheus", o trabalho não pára e Mr. Caveman tem muitas novidades.

Não bastasse ter editado no início de 2007 o excelente "Grinderman" que conta a colaboração de outros Bad Seeds e ainda o DVD "The Abattoir Blues Tour", Cave regressa à composição de bandas sonoras com "The Assassination of...". Depois de ter composto para "The Proposition" em 2006, um western australiano, junta-se mais uma vez a Warren Ellis para conseguir um trabalho, no mínimo, primoroso.


Álbum instrumental que deverá garantir-lhe a nomeação para o Óscar tendo em conta a beleza das melodias desenhadas para acompanhar a história do assassinato do fora da lei Jesse James. Não posso, como já aqui escrevi, avaliar de que forma as músicas se encaixam no enredo mas esse é outro dos pontos fortes desta banda sonora, é independente e suporta-se a si própria sendo que as imagens de pouco importam quando se tem Cave ao piano.

Ainda melhor que isso é saber que no dia 3 de Março chega ao mercado o 14º (se as contas não me falham...) álbum do cantautor australiano, "Dig, Lazarus, Dig!!!".

No renovado site da banda já se pode ouvir o single de apresentação e que dá nome ao álbum.


E pela amostra é já perceptível que Cave regressa (se alguma vez abandonou) a um dos temas que mais o apaixona: a religião. A maior curiosidade fica para já entregue a "Jesus of the Moon"...

E é neste permanente baloiçar entre o Bem e o Mal, namoriscando o Diabo e abraçando Deus, num limbo constante entre a redenção e o purgatório, entre o beijo mais doce e o punhal ensanguento que tanto gosta de cantar, que Cave encontrou o seu espaço, o seu mundo. E que Mundo!!

As promoções a "Dig, Lazarus, Dig!!!" deixam antever que o que aí vem promete...



Agora só faltam as datas dos concertos...

O Arco Íris e o Lar


Em finais de Agosto do ano que agora termina discutia-se em muitos sítios de Internet a continuidade dos Radiohead. Muitos garantiam que pouco faltava para que surgisse o comunicado oficial da banda e o próprio Thom Yorke escrevia no site da banda que o processo de escrita e de composição do novo trabalho estava longe de ser concluído.

Poucas semanas depois, o anúncio de "In Rainbows" revertia muito do que se escrevia e lançava mais uma vez o nome dos Radiohead para o topo das bandas mais irreverentes do chamado sistema.

E desta vez a irreverência chegava, não graças aos novos sons que mais tarde se viriam a escutar, mas sobretudo à forma como a banda inglesa tinha decidido disponibilizar o novo álbum. Qualquer pessoa podia descarregar "In Rainbows" para o seu computador, pagando apenas o que julgasse necessário ou justo. O que inclui não pagar absolutamente nada. Para os "verdadeiros" apreciadores da banda estava reservada uma versão "deluxe" que incluía dois cds, um vinil, fotos da banda e artwork, a adquirir por cerca de uns 50 e tal euros.

O espanto vem sobretudo do facto de não se tratar de uma banda emergente ou a apresentar novo trabalho. Os Radiohead são dinheiro em caixa para qualquer editora e numa fase de crise desperdiçar esta situação é não só absurdo como reforça a cegueira e a falta de orientação que gere as grandes companhias discográficas. 2008 será certamente um ano em que o desequilíbrio que se tem verificado vai perdurar.
Mas mais do que discutir a forma importa sublinhar o conteúdo e a inteligência que a banda mais uma vez demonstrou durante todo este processo.

Em meados da década de 90, ainda nos 1900, desenhou-se uma espécie de barreira, uma fronteira que impunha que havia que escolher entre os Radiohead e os Oasis, os Nirvana ou qualquer outra banda que mostrasse novas abordagens à música da actualidade. Desde esses dias que as posições se têm afirmado inflexíveis e a cada álbum da banda inglesa são evidentes os dois mundos.

Ao disponibilizar free of charge aquele que é para mim o álbum mais acessível dos Radiohead, a banda facilita o alargamento do seu som a novos públicos e permite, ainda que seja por mera curiosidade, que qualquer um espreite o novo trabalho. "In Rainbows" é um dos melhores álbuns que ouvi durante 2007 (tem lugar seguro na minha lista, a divulgar brevemente) e promete acompanhar muitos dos meus dias em 2008.

Encontram-se aqui todos os elementos de experimentação que marcaram "Amnesiac", "Kid A" ou "OK Computer", diluídos em melodias, ora intimistas, ora aliando a revolta e a angústia.

O melhor momento pertence a "Reckoner", num álbum que tem, pelo menos, 5 ou 6 singles irrepreensíveis.




Já anunciamos aqui o novo trabalho dos Sigur Rós, "Heima". Antes de mais importa clarificar que se trata de um DVD, um filme documentário. É um álbum de agradecimento ao seu país natal, a Islândia e revela a digressão grátis que a banda fez por todo país.

A realização pertence a Dean Deblois, o realizador do filme de animação "Lillo and Stich". Estranho? Talvez, mas só até ao momento em que se vê o filme. Isto porque a criança, o infantil como símbolo da inocência, do puro e livre, tem em todo o documentário uma relevância primordial.

O som dos Sigur Rós percorre grande parte do filme, como seria de prever, mas os concertos acontecem em lugares tão díspares como um celeiro, num monte gelado da Islândia ou numa mina abandonada. E aqui encontra-se a justificação para o facto de a banda ter recebido o apoio do Governo Islandês tendo em conta que todas as paisagens são apresentadas como um lugar idílico, de cenários impertubáveis e puros, numa conjugação indissociável entre som, paisagens e as muitas crianças que dançam e brincam ao som da banda.

Em termos de som, todas as músicas recebem uma roupagem distinta da dos álbuns, num registo próximo do acústico, o que retira alguma da imponência que o som dos Sigur Rós por vezes ganha, sobretudo nos momentos mais agressivos.

Se ordenar e selecionar os melhores de 2007 pode ser uma tarefa algo arriscada ou difícil, em matéria de DVDs estamos conversados: "Heima" é o melhor produto que posso aconselhar.

Novo Ano... 2000... e 8!

Um Bom Ano de 2008 são os votos da equipa do Recortes do Silêncio!!

Sempre com excelente música à mistura...