Portishead - Coliseu do Porto - 26.03.08

Os Portishead são um marco incontornável da década de 90 e desde 1998 que não tinham novo trabalho. 2008 assinala o regresso da banda de Bristol, com novas músicas e uma agenda de concertos muito cobiçada.

Ontem à noite, no Coliseu do Porto extinguiram-se todas as dúvidas quanto ao arranque da tournée em terras lusas. Poucas bandas, muito poucas, têm direito a uma recepção como a que a banda de Beth Gibbons teve. O aplauso apoteótico que deu as boas vindas à banda foi apenas uma amostra do que aconteceria ao longo do espectáculo.

A euforia era contagiante e chegou até ao ponto de ser irritante, tendo em conta que muitos, à mínima batida, ao mínimo acelerar de ritmo insistiam em acompanhar a banda com palmas, invariavelmente desconexas e fora de tempo. Felizmente, alguns "schiu"s depois e a situação resolvia-se.


"Silence", a faixa que abre "Third", o último registo da banda, foi também a música de abertura do concerto. O palco, repleto de instrumentos, assemelhava-se a um estúdio, bem organizado e estruturado, sem elementos decorativos, o que deu espaço a Beth Gibbons para ser a principal figura da banda. De voz irreprensível, segurando o micro com as duas mãos, adoptando por vezes uma postura quase de súplica ou devoção, a cantora foi o principal reflexo do efeito que o concerto terá tido para a banda.

Era evidente o sorriso, a satisfação face ao acolhimento que a banda teve, de tal modo que ainda antes da despedida Beth desceu do palco para cumprimentar os que estavam mais perto, percorrendo toda a primeira fila e abraçando alguns grupos.

As maiores explosões coincidiram como seria de esperar com as evocações de "Dummy" e "Portishead". Aí, aos primeiros acordes, o público respondia com aplausos avassaladores, levantando câmeras e telemóveis, criando até um cenário algo intimista, o que para uma sala lotada é um feito de registo. Se é certo que a perspectiva das galerias não será a melhor, também é certo que desse ponto se tornou nítida a atenção que a maioria dispensava às canções. Os hinos compostos ainda nos 90 foram acarinhados de início ao fim, com todo o Coliseu a ecoar excertos de "Glory Box", "Numb" ou "Only You".

Alguns dos novos sons de "Third" foram recebidos de forma algo reticente como os casos de "We Carry On" ou "Machine Gun", de sonoridade mais intrincada, num jogo experimental quase psicadélico, o que é compreensível tendo em conta que são essas músicas, juntamente com "Silence" e "The Rip" as que mais se afastam da sonoridade mais conhecida dos Portishead.

Vale a pena registar e sublinhar a data: 26 de Março de 2008. Marca o regresso de uma das bandas mais carismáticas, irreverentes e essenciais do panorama da música alternativa mundial. E assinala, pelo que simbolizou e pelo que se assistiu nessa noite, um dos concertos do ano.

ThanatoSchizO

Os rapazes de Santa Marta de Penaguião estão de volta com o recém lançando Zoom Code.

Podemos ouvir uma mostra do álbum através de um vídeo disponibilizado pela banda no You Tube
Mas o mais aconselhável mesmo é darem um salto ao MySpace para poderem ouvir alguns temas.

Também podem mandar vir o álbum via net AQUI!

Pelo que ouvi on-line... acho que vou ter de encomendar a minha cópia...

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LIPERSKE IV

É já no próximo dia 17 de Maio que Santa Marta de Penaguião volta a receber o Liperske, um festival de Metal que faz desfilar em palco sete grupos portugueses dos mais diversos sub-estilos. Já na sua quarta edição - e depois do congelamento da iniciativa nos últimos dois anos por limitações orçamentais, Trás-os-Montes volta assim a figurar no mapa de concertos de Metal em Portugal. O evento servirá igualmente para celebrar o décimo aniversário dos ThanatoSchizO que aproveitarão, assim, para promover o novo álbum Zoom Code na sua terra natal. A acompanhá-los neste festival estarão Before the Rain (Setúbal), Pitch Black e Loss Spectra of Pure (ambos do Porto), Daemogorgon (Fafe), os barcelenses Necris Dust e os transmontanos Primordial Melody. A entrada é, como sempre, gratuita.
A anteriormente anunciada actuação dos Thee Orakle foi cancelada devido a contingências internas da banda vila-realense.
Assim:
ThanatoSchizO + Before the Rain + Pitch Black + Daemogorgon + Loss Spectra of Pure + Necris Dust + Primordial Melody - Mercado Municipal, Santa Marta de Penaguião - 16h

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Com o Sol a bater à porta

Com o Sol a bater à porta, carregado às costas por uma Primavera que se adivinha esquizofrénica como as anteriores, os sons mais expontâneos e vivos vão ganhando um efeito de contágio irresistível.

Um desses sons pertence ao álbum homónimo dos Vampire Weekend. Muitas vezes comparados aos Police, parecem-me bastante mais aceitáveis que a banda do Sting o que já justifica passar o ouvido por A-Punk, uma das minhas preferidas.
Vampire Weekend - A-Punk


Outro som que rebenta com o meu tornozelo direito é "Moving to New York", retirado de "A Guide to Love, Loss and Desperation" dos The Wombats. Rock frenético, catalisado a bateria e guitarra que garante uns minutos muito bem passados.
The Wombats - Moving to New York


Mas como a Primavera não se faz só de euforia e raios de Sol vale a pena espreitar o trabalho dos Lavender Diamond. Ora com Pop doce e solarenga, ora como um agasalho para os fins de dia de guarda chuva aberto, "Imagine Our Love" tem os ingredientes certos de uma boa companhia para qualquer um dos dias que se avizinham.
Lavender Diamond - Open your Heart

In Flames... A Sense Of Purpose.

Esta semana arrancou com o novo álbum dos Suecos In Flames, grupo que sempre passou um pouco na periferia da minha trajectória, uma banda que me chamou a atenção pela sua lívida sonoridade.

Os 18 anos de carreira amadureceram os rapazes de Gцteborg e a mostra disso é o excelente trabalho a ser lançado a 4 de Abril.

A Sense Of Purpose vai contar com 12 faixas na Europa, e pode ser adquirido no Japão a partir de amanhã com mais 3 faixas bonus (Eraser, Tilt, Abnegation). Vai também sair uma edição especial e limitada a 1500 cópias.

Mas para melhor entenderem uma possível nomeação para melhor do ano, e deixando-me de "rezas", passemos ao que interessa, o single/video-clip que "abre" A Sense Of Purpose, aqui fica The Mirror's Truth:

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Isobel Campbell & Mark Lanegan... Sunday at Devil Dirt...

Mais uma proposta para este ano, onde já constam excelentes propostas musicais...

Esta é mais uma, e onde Isobel Campbell (durante largos anos figura dos Belle & Sebastian) e Mark Lanegan (Lider dos Streaming Trees e pertencente dos Queens of the Stone Age)... Ambos os artistas contam também com a sua excelente carreira a solo...

Este é o segundo álbum desta fusão, e onde se sente que existem factores magnéticos e profundos e por vezes incompreensíveis para dizermos que Isobel Campbell e Mark Lanegan foram feitos um para o outro...

Neste álbum, esta junção inesperada de duas personalidades distintas, musicalmente opostas, formam uma dupla musical espantosa destes nossos tempos...

O álbum apresentado não é fácil, e demonstra uma nostalgia, sexualidade, e dor de sentimentos profundos.. Pedindo para que acreditem em algo, e que a salvação anda por aí...

Fica aqui uma amostra deste álbum, que será lançado em Maio de 2008...



Boas audições musicais...

At Swim Two Birds... Returning To The Scene Of Crime...

Músicas calmas... Sons lentos... Vozes baixas... Sons que nos transmitem o luar, a noite, o escuro... O sossego de mais uma noite...

Um som que se entranha...



"go with the heart & the feet will follow..."

boas audições musicais...

Sun Kil Moon... April, 2008

Aqui está o novo trabalho do senhor Kozelek, com o seu projecto "Sun Kil Moon"... O álbum April... Será lançado agora em 2008, e segue as pegadas dos dois anteriores trabalhos dos "Sun Kil Moon", calmo, sereno... Isto acompanhado com a voz inconfundível de Mark Kozelek,,,

Fica aqui um vídeo e música deste novo álbum... Que estará brevemente disponível...



Espero que gostem...
Boas audições musicais...

Tiago Bettencourt & Mantha - Cine Teatro São Mamede (15.03.08)

Nunca tinha entrado no Cine Teatro São Mamede, antiga sala de cinema em Guimarães, agora reaproveitada como sala de espectáculos. Mantém a antiga abordagem de típica sala de cinema: ampla, de palco alto e com três "níveis". Acredito que mais alguns meses (leia-se mais alguns espectáculos, logo dinheiro em caixa) a direcção optará por renovar o espaço. Se a plateia está muito baixa então os restantes níveis têm de sofrer alterações sobretudo em termos de altura e inclinação das cadeiras.

Felizmente o concerto compensou esses pequenos desconfortos.
Tiago Bettencourt lançou no último ano "O Jardim", álbum composto em conjunto com os Mantha (João Lencastre e Tiago Maia), e tem andado a correr o país para divulgar esse trabalho. Sinceramente não contava ouvir músicas dos Toranja. Contava com um concerto mais directo, mais desligado do público. E aí enganei-me duplamente.

Primeiro porque Tiago Bettencourt surgiu relaxado, bem disposto e pronto a interagir com o público, sobretudo para delírio da secção feminina presente. Em plena euforia futebolística vimaranense, a conversa passou pelo inevitável futebol, sempre com um toque de humor e o concerto foi avançando assim, entre piadas, piropos e muitos aplausos. E aplausos merecidos, diga-se. O único senão terá sido o alinhamento, construído de forma irregular. Às canções mais agressivas, mais eléctricas, sucediam-se as de cariz mais intimista, tecidas a piano, o que provocou alguma confusão junto do público.

Ainda assim, o concerto acompanhou o bom som que quer o trabalho a solo quer os sons criados com os restantes Toranja têm, de forma a que, aquando da saída a vontade de continuar a ouvir músicas como "O Outono", "O Jardim", o "O Jogo" ou as já inevitáveis "Canção Simples", "Carta" ou "Fome" era tão contagiante como unânime.

Ficou a vontade de repetir a dose, assim que surja cá pela zona mais um concerto do português de quem se diz ter mau feitio mas que deu na noite do último sábado um óptimo concerto, excelentemente bem preparado, desde o jogo de luzes às imagens projectadas durante a maior parte das músicas que se escutaram.
Ficou, mais uma vez, confirmado o talento irrepreensível de Tiago Bettencourt.

À falta de registos dignos de representar o ambiente que se criou na sala, fica aqui uma das canções "extra" (leia-se fora do alinhamento programado), ao vivo numa gala da TVi. "Só Nós Dois", um original de Tony de Matos (se bem me lembro) na voz e piano de Tiago Bettencourt.

Picha, her name is Picha

É curioso como um nome pode pesar nos tempos que correm. Seja nome próprio ou apelido, o que é certo é que facilmente um nome pode ter um efeito de orgulho e vaidade ou ser um peso, uma chaga que muitos tentam até eliminar assim que surge a oportunidade.

E para as bandas ou cantores esse efeito não é muito diferente. Como se pode pedir a uma editora que divulgue um trabalho cujo nome da banda pode logo à partida limitar sucesso da mesma? Alguém imagina comprar um álbum de alguém chamado Zeca Gado? No fundo, vamos concebendo imagens e mundos apenas baseados no nome, na etiqueta que trazemos pendurada.

O exemplo da recomendação de hoje não é muito diferente. A senhora é americana (Portland) e será uma das artistas mais difíceis de promover em terras lusas. De som eminentemente acústico, entre a folk e o indie, Emily Picha tem, pelos sons possíveis de ouvir no seu site no MySpace, um talento que vale a pena escutar e acompanhar durante uns tempos.

Mas como se coloca num cartaz o nome desta senhora? Como se diz que "para o festival X temos Picha como cabeça de cartaz"? Ou como se diz a um amigo para ir a uma loja comprar o último álbum da Picha? Tarefa complicada... Mesmo que me venham dizer que o nome da senhora se lê "Paica" ou "Pica" ou "Picá" todos sabemos o que lemos... E por isso aposto que tê-la por cá está muito longe de acontecer.

O desafio neste caso é esquecerem-se do rótulo, da etiqueta que apresenta este som e deixarem-se conquistar pelos sons de Emily Picha.



http://www.myspace.com/emilypicha
http://www.sonic.net/~emerald/Music/links.html

Six Organs of Admittance...

Fica mais uma sugestão...



Boas audições musicais...

Sugestão: Aidan John Moffat, I Can Hear Your Heart

Aqui fica uma sugestão para a semana que nos espera...
Um álbum estranho... Pequenas histórias vão passando ao longo do álbum...

Não sei bem o que escrever, nem o que sinto quando estou a ouvir este senhor... Portanto, comentários venham eles...!

Deixo apenas alguns sons por aqui...









Boas audições musicais...

David Karsten Daniels with Fear of Flying


David Karsten Daniels tem um historial musical cheio, desde a sua infância até ao presente... Desde canções sacras na infância, a uma banda de jazz na escola, passando pela universidade onde aprendeu composição, teoria, improvisação e perfomance de arte...

Todos estes elementos fazem uma sopa de experiências e vivências que se unem numa mente que tem uma excelente criatividade, de onde brotam canções fantásticas, como se de um passe de mágica se tratasse...

Este novo álbum espelha bem estas diferentes experiências de David, onde arranjos instrumentais meticulosos estão presentes por todo o álbum... Um álbum que demonstra uma enorme consistência, que vai buscar as dicotomias entre o ódio, o amor, a morte... As influências de Fear of Flying são diversas, passando pelo folk, indie, pop, noise...

Um conjugar de influências que resultam num excelente álbum, audível em qualquer momento, em qualquer lugar... Não deixando de ser calmo, relaxante, mas tendo um toque de excentricidade em algumas músicas...
O álbum conta com 11 faixas, todas elas bem diferentes e com sensibilidades diferentes...

O álbum encontrar-se-á disponível a 29 Abril...

Recomendo a ouvirem...
Aqui fica uma pequena amostra...



Boas audições musicais...

Atrocity

E o single escolhido para Werk 80 II é...

The Sun Always Shines on TV (A-HA Cover), aqui fica o video-clip:

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The Soaked Lamb


O nome desta banda já passou aqui pelo Recortes mas só no último fim de semana é que "Homemade Blues" chegou cá. Depois das visitas aos sites da banda e da boa opinião que as audições da compilação "Acorda" permitiram pude confirmar todas as expectativas. De tal forma que me tem desviado dos últimos vícios assinados por Cave e Tindersticks.

Com "Homemade Blues" Portugal ganhou mais uma banda que vale a pena acompanhar. Como o próprio nome indica, todo o trabalho respira Blues e ambientes Jazz.

Excelente companhia para uma noite com amigos ou para relaxar ao sofá, o álbum dos Soaked Lamb tem aquele som que permite transfigurar os momentos que o acompanham.


The Soaked Lamb - A Coffin for Two

Em:
http://soakedlamb.blogspot.com/
http://www.myspace.com/thesoakedlamb
http://soakedlamb.awardspace.com/

Os mais esperados...

21 de Março, Korpiklaani - Korven Kuningas
25 de Março, Firewind - The Premonition
9 de Abril, Children Of Bodom - Blooddrunk
18 de Abril, Tiamat - Amanethes
26 de Abril, End Of You - Mimesis

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Agalloch



São estas pérolas que nos interpelam, enquanto vagueamos por sons desconhecidos de autores ainda menos conhecidos, e nos damos conta que transcendemos do plano material, damos por nós a vaguear pela mente, sem sentido nem presente... São músicas que nos levantam e nos encantam...

Agalloch - oriundos das terras do tio Sam, de Portland para ser mais preciso, trazem com eles na bagagem um Metal Ambiente envolto em tons Folk e Doom, deixem-se invadir pela sonoridade e vagueiem pelos recantos da mente.


Estas duas músicas fazem parte do último EP - The White (2008), que faz avizinhar um novo álbum a suceder a Ashes Against The Grain (2006).

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Carl Orff - Carmina Burana - O Fortuna

Esta vem mesmo do fundo do baú.

O meu Paraíso já está aí...

Pois é, quem é habitual por estas paragens sabe que eu sou apreciador de música em geral e Metal em particular. Dentro deste género que tanto me cativa estou especialmente orientado para o Gótico, o Sinfónico, o Progressivo, o Folk, o Viking, o Industrial, o Black, o Doom, por vezes o Death entre muitas outras variantes alternativas dos mesmos.

Quem se dá ao trabalho de ler os meus posts e ouvir as músicas que aqui coloco sabe que tenho um fascínio especial por covers de músicas que povoaram as nossas infâncias e adolescência, de salientar as covers que aqui já coloquei, bem como o álbum Rebirth dos The Northern Kings, todo ele covers de várias bandas.

Posto isto e deixando-me de enredos e palavras podres, hoje chegou até mim o último trabalho dos alemães Atrocity. Werk 80 II é o segundo álbum de covers lançado pela banda, sucedendo a Werk 80 (1997). A edição de luxo combina os dois álbuns, deixando-nos siderados durante duas horas com letras conhecidas envoltas em novos tons mais Tecno/Gótico/Industriais.
Bem, mas melhor de estar para aqui a dar sermões é mesmo poder ouvir, para isso deixo aqui a décima primeira música do álbum, uma cover marcante dos Alphaville, Forever Young:

E aqui fica o line-up da versão Delux:
1.People Are People (Depeche Mode Cover)
2. Smalltown Boy (Bronski Beat Cover)
3. Relax (Frankie Goes To Hollywood Cover)
4. Don't You (Forget About Me) (Simple Minds Cover)
5. The Sun Always Shines on TV (A-HA Cover)
6. Hey Little Girl (Icehouse Cover)
7. Fade To Grey (Visage Cover)
8. Such A Shame (Talk Talk Cover)
9. Keine Heimat (Ideal Cover)
10. Here Comes The Rain Again (Eurythmics Cover)
11. Forever Young (Alphaville Cover)
12. Feels Like Heaven (Fiction Factory Cover)
13. Shout (Tears for Fears Cover)
14. Rage Hard (Frankie Goes to Hollywood Cover)
15. Wild Boys (Duran Duran Cover)
16. The Great Commandment (Camouflage Cover)
17. Send Me an Angel (Real Life Cover)
18. Tainted Love (Gloria Jones / Soft Cell Cover)
19. Der Mussolini (D.A.F. Cover)
20. Being Boiled (Human League Cover)
21. Don't Go (Yazoo Cover)
22. Let's Dance (David Bowie Cover)
23. Maid of Orleans (O.M.D. Cover)
24. Das Letzte Mal (D.A.F. Cover)
25. Die Deutschmaschine
26. Verschwende Deine Jugend
27. Tainted Love (Albrin-Mix)
28. Shout (Edit)

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Jacques Brel

Intemporal...



Jacques Brel - Ne me quitte pas

Semana do Baú

Esta vai ser a semana do baú (interrompida apenas por um habitual da casa) e nada melhor que começar com uma dedicatória. À boa maneira dos discos pedidos!

Para os incontornáveis, para os infalíveis, para os irredutíveis...
Os amigos nunca partem ou se afastam. Apenas tardam a voltar...


The Beach Boys - Friends