O Veredicto


No Dia Mundial da Dança, deixo aqui o veredicto que confirmou a minha relação com esta forma de arte:
"Only unhappy people are bad dancers", em "9 Songs", filme de Michael Winterbottom

Nick Cave nos Coliseus

São muito poucos os artistas que me fariam viajar até à capital para os ver e muito menos os que me conquistariam para um segundo concerto. Pois bem, quase 3 anos depois do memorável concerto a encerrar o Festival de Paredes de Coura, Nick Cave regressou a Portugal para apresentar "Dig, Lazarus Dig!!!", o seu novo trabalho.

Seu, mas também dos Bad Seeds, que este é um álbum de banda, de vários instrumentos, pleno de ritmo e energia. A principal surpresa dos dois concertos foi a negação da minha segunda frase deste texto.

Ou seja, é certo que o novo álbum teve honras de destaque mas reduzir qualquer um dos dois concertos, onde se ouviram canções como "Papa won't leave you Henry", "Ship Song" ou "Tupelo", a uma simples apresentação do novo registo é, no mínimo, preguiça ou desleixo. A entrada foi idêntica em qualquer um dos Coliseus, primeiro os Bad Seeds e só depois Cave, para receber o primeiro aplauso capaz de fazer estremecer a sala.

A segunda maior surpresa foram as falhas que de vez em quando se ouviram, mais em Lisboa do que no Porto, e sobretudo em "Get Ready For Love", a qual Cave definiu como "A fucking disaster". Essas pequenas incorrecções pareceram-me resultar sobretudo do som que chegava à banda, sendo que foram várias as solicitações para reajustar o som. Essas falhas tiveram o seu ponto alto quando, já com os primeiros acordes de "Into My Arms" Cave adiava a canção para um momento que não chegou a surgir.

Mas esses impasses serviram, muito graças ao excelente alinhamento apresentado e à mestria de Cave, para com energia, humor e ironia criar em torno do concerto um ambiente mais descontraido, comunicando várias vezes com os presentes, numa espécie de "Discos Pedidos" versão live, revelando uma atenção ao público que chegou ao ponto de detectar uma estátua.

No fundo as duas noites completaram-se: a primeira noite terá sido mais energética e empolgante, sobretudo pelo efeito surpresa, enquanto que a segunda foi a confirmação de um momento de forma excelente, com um Cave ofegante e imparável, sedento de público e rodeado de uma banda onde destaco Warren Ellis, dono de um senhor violino e o único que dividiu com Cave a atenção durante o concerto.

Óptimo regresso, num alinhamento que começou pelo presente e que chegou a pontos do passado que nunca cheguei a pensar ouvir, em interpretações absolutamente frenéticas ou depuradamente tocantes.

Ouviu-se o cantor, o intérprete, o compositor, o contador de histórias, o pregador, o redentor e o provocador, em duas noites arrebatadoras e de significado inexplicável.


"We Call Upon The Author"

End Of You - You Deserve More

Fresquinho fresquinho é o novo álbum dos Finlandeses End Of You.

Saido a 23 de Abril, Mimesis vem suceder a Unreal (2006).

Aparentemente mais pesado... ainda pouco descobri sobre este trabalho, mas se se mostrar tão consistente como o anterior e se lhe colocaram uns pós mais metálicos... então vamos estar presente uma poção para um disco do ano de 2008.

Aqui fica You Deserve More, single de lançamento disponível desde 26 e Março passado...


End Of You - Mimesis - You Deserve More - 2008

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Opeth, Porcelain Heart

É já no dia 3 de Junho que sai para o mercado o novo trabalho dos Suecos Opeth.

O sucessor de Ghost Reveries dá pelo nome de Watershed e promete ser pelo menos tão bom como o álbum de 2005, mas para terem um pouco do sabor fica aqui Porcelain Heart:

Opeth - Watershed - Porcelain Heart - 2008

Para Maio temos já no dia 2 o lançamento de Amanethes, o último trabalho de Tiamat que se encontra a entrar num novo patamar... como sempre os Suecos estão a traçar novas linhas.

Em meados do mesmo mês chega-nos o novo trabalho dos portugueses Moonspell... vamos ver se Night Eternal continua a saga de Memorial...

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PAIN e Nightwish... o paradoxo!

O concerto do passado dia 18 de Abril, penúltimo na digressão europeia, foi para mim o paradoxo perfeito. A representação da contrariedade de espectáculo e desempenho forçado.

A meu ver PAIN, ou melhor Peter Tägtgren, teve dois defeitos, o primeiro foi o concerto ter arrancado 10 minutos antes do previsto, mas fã que é fã tem de estar lá à hora e agarrado às grades.

Inicio de PAIN
O segundo... foi o concerto ser tipo shot. Passados 35 minutos já estavam as luzes acesas e o palco a ser mexido.

Final de PAIN...
Quanto a Nightwish... bem, confesso ser fã devoto da menina Tarja Turunen, mas não nego à partida uma vocalista que desconheço, ou só conheço em álbum de estúdio. Sendo assim e dando os devidos descontos até gostei da entrada, longa mas cativante, gostei das músicas novas e do momento de pausa criado com The Islander, o que me fez desgostar do concerto foi o facto de não terem adaptado as músicas antigas à nova vocalista... ela ainda lhes deu a volta em algumas... mas aquando da primeira, Once, ela tenta chegar perto da menina Turunen, a meu ver, estragou logo o concerto todo!

Entrada Nightwish
Saí do Coliseu satisfeito com a prestação de PAIN, mas um pouco desiludido com Nightwish... com tanto tempo e tanta oferta podiam ter escolhido uma voz melhor, e uma cantora que tivesse presença em palco. Digo isto porque em 90% do concerto se conseguísse calar a música... diria que pela dança a menina estava a cantar Rute Marlene. Os fãs que me desculpem... mas este é o meu ponto de vista.

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Nick Cave em Portugal



O peso do cansaço não me deixa descrever toda a satisfação que ainda sinto depois de dois concertos arrebatadores de Nick Cave e os seus Bad Seeds. Dois dias depois de Lisboa e um depois do Porto ainda é nesta imagem que melhor relembro o que se passou nos Coliseus: Cave recebido por um público irrepreensível, de braços abertos e espírito sedento de redenção, lamento, confronto e muita energia.

Dois concertos, duas cidades, seis horas de sono... E duas noites memoráveis, na celebração do Mito, do Amor e da loucura saudável de arriscar a ser feliz.

Por falar em...

Por falar em dia Mundial da Voz, aproveito para relembrar a voz de uma senhora que incrivelmente ainda não passou cá pelo Recortes. Fiquei conquistado com "The Punishing Kiss" de 2000, onde podem encontrar colaborações de Nick Cave, Elvis Costello e Neil Hannon. Entre as várias pérolas que o álbum tem está também uma versão de "Zuhälterballade (Tango-Ballade)" de Kurt Weill.

Por falar em Kurt Weill aqui fica "Mack the Knife" uma das melodias mais adaptadas da Música, interpretada por Ute Lemper. A letra pertence a Bertolt Brecht.

Ute Lemper - Mack the Knife



E por falar em Kurt Weill e para ter a certeza que esta melodia não vos vai abandonar até ao fim do dia então cá fica o senhor que nos visita na próxima semana. Faltam 5 dias...

Sua Eminência, King Ink a interpretar "Mack the Knife", ou "Die Moritat von Mackie Messer", na versão original. Retirado de "September Songs", uma homenagem ao compositor alemão.

Nightwish no Coliseu...

... será que é para voltar a repetir a dose de Vilar de Mouros mas sem a voz angelical de Tarja Turunen...

Não conheço as performances ao vivo da menina Anette, mas duvido que iguale a Tarja, logo se vê...

Para mim a banda principal vai ser Pain... logo de Nightwish venha o que vier não me chateia.

Fresquinho fresquinho está o novo video-clip dos Finlandeses, The Islander, que antevê o single a ser lançado a 21 de Maio.

Nightwish - Dark Passion Play - The Islander - 2007

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Deolinda

Falou-se por cá de Fado e de novas abordagens a esse som tão português. Ora bem, então aqui fica mais um sugestão, um pouco mais fresca e carregada de tons, no mínimo, diferentes. Junta o Fado a uma coragem e força invulgares neste estilo, de peito cheio de alegria e graça e canta Portugal de voz doce.

Chama-se "Deolinda", tem voz, guitarra castiça e representa uma nova vontade à volta do Fado, em jeito quase infantil e divertido. Pega no português típico, na sua figura, trejeitos e dizeres e transforma-o numa canção óptima de cantarolar.

No próximo dia 21 de Abril é lançado o álbum de estreia.



Dia 10 de Maio passam pelo Centro Cultural Vila Flor num concerto que vai valer a pena espreitar!


"Um peito que canta o Fado tem sempre dois corações."

http://www.myspace.com/deolindalisboa

Pain...

Dia 18 de Abril, sexta-feira, a dor (Pain) vai estar espalhada pelo Coliseu do Porto... A abrirem para Nightwish...

Recordo aqui o álbum Dancing With Dead, quarto de originais e antecessor do último trabalho Psalms Of Extinction.

Aqui fica a mente de Peter Tägtgren (Hypocrisy) no seu melhor:

You're welcome to my world, dark side of the universe
I'll take you for a spin, the mayhem begins
The media mouth is feeding and chemical youth that's screaming
The circus starts to roll, there's no turning back

You think it's right, you made you're mind
I've seen so many cross that line
I've seen them come, I've seen them go, times will never change
It's the same old song - The same old song
That's playing again - The same old song

Your soul is burning bright, high hopes of future in sight
Beyond the horizon lays a world that's so black
They'll try to shape your mind and make you walk the line
Don't let them steal your dreams, its all that you've got

You start to doubt, you changed your mind
I've seen so many cross that line
I've seen them come, I've seen them go, times will never change
It's the same old song - The same old song
That's playing again - The same old song

Don't wanna hear it no more

Time to do this, time to do that
I've got an offer you can't refuse it
Just stick with me and I'll push you all the way to the stars
I can't take it no more - The same old song
Its playing again - The same old song
Don't wanna hear it no more - The same old song
Its playing again and again and again - The same old song

Pain - Dancing With Dead - Same Old Song - 2005

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A Naifa Com Uma Inocente Inclinação Para O Mal...

Saiu no passado dia 30 de Março o terceiro álbum de originais da banda portuguesa A Naifa, continuando no seu estilo de fado de fusão (como eu lhe gosto de chamar). Este novo álbum tem a novidade de todas as letras terem sido escritas pela mesma autora, de seu nome Maria Rodrigues Teixeira, e propositadamente escritas para A Naifa. A história deste encontro feliz, entre a autora e A Naifa é de facto curiosa, pois aconteceu após um dos concertos de promoção do último álbum (3 minutos antes da maré encher).

Numa conversa informal com um grupo de fãs que tinha ido dar os parabéns à banda, João Aguardela confidenciou que queriam no próximo álbum uma maior homogeneidade, procurando para isso um único autor para as letras. Foi nesse momento que Maria Rodrigues Teixeira, uma das fãs presentes, perguntou se poderia experimentar, tendo João Aguardela acedido e fornecido a morada da banda. Quando A Naifa se encontrava já a preparar o novo trabalho, recebe um conjunto de poemas desta autora que encaixou perfeitamente no estilo que procurava. Estava assim encontrada a poetisa para o novo trabalho discográfico d’A Naifa.

Quanto ao disco em si, continua marcado pelos sons característicos da guitarra portuguesa, em conjunto com batidas marcadamente electrónicas. Há, apesar disso, um distanciamento maior do estilo fado, relativamente aos álbuns anteriores, com alguns temas em que a guitarra portuguesa se mistura em sonoridades de tango com um resultado surpreendente. As já características letras/poemas vindos de uma realidade alterada complementam o quadro de um disco que deve ser atentamente escutado e com direito a repetição, pois de cada vez que o escutamos, descobrimos novas sonoridades que comprovam o talento musical banda.

Obrigado pelo contributo Faria!

Aqui fica uma pequena amostra...



Boas audições musicais...

Peixe : Avião ...

Quem são?...
André Covas (guitarras e sintetizador), Luís Fernandes (guitarras e electrónica), Pedro Oliveira (bateria e percussão), Ronaldo Fonseca (voz e sintetizador) e Zé Figueiredo (baixo e mellotron), formam o quinteto de Braga que tem um som moderno e português...

Apresentam-se com um nome pouco vulgar, mas que fica na retina... Não só pelo seu nome, mas pela qualidade do seu som... Têm uma maturidade e qualidade global que espanta para uma primeira aparição no mundo musical português...
São raras as vezes que se encontra tão valiosa estreia, onde a composição e o desempenho é bom, com uma voz fantástica que entoa melodias com letras que fazem sentido e não se resignam apenas a rimar...

O trabalho até agora apresentado tem uma inteligência e sentido que não deverá nem poderá cair por terra, e pelo qual devemos apelar para que alguma editora "pegue" nestes senhores e os promova... Será uma aposta ganha...

Sobre peixe : avião
Enquanto nadava, um peixe que assobiava bolhas e acordes pensou para si: "Como será o som fora de água? Só há uma maneira de saber... tenho de aprender a voar." E assim nasceu o peixe : avião e a sua música. Aprender a voar, mesmo sem penas, através da imaginação. Fluir como nadar, mesmo na ausência de água, através do pensamento.


Poderão ouvir no myspace (http://www.myspace.com/peixeaviao)...
E fica aqui uma pequena amostra, com a qualidade intrínseca que começa a ser a sua imagem de marca e com a qual se apresentam...


Recomendo!

Boas audições musicais...

Skinny Love


Levito a cada nascer,
submerso em cinzas de madrugadas repetidas
e ocasos de vazios ausentes.
Oculto na loucura ofegante
de existires torpes,
abraço nuvens de fogo agreste,
pisando gotas de nada em ondas flutuantes.
Por elipses diárias dissonantes,
toco lapsos de quereres,
estátuas de vontades de não ser,
em naufrágios rotativos,
afundados e de asas abertas.
Levito a cada quebranto,
suspenso no universo finito do abismo da liberdade.

Jorge Palma no Enterro da Gata 2008.

Jorge Palma sobe ao palco do Enterro da Gata 2008 no Sábado!

"O prometido é devido! O segundo grande nome confirmado no cartaz das Monumentais Festas do Enterro da Gata 2008 é o de Jorge Palma.
Depois de James, que estarão em palco no Domingo, um dos maiores nomes do panorama musical português, marca presença este ano no Enterro da Gata.
Autor de conhecidos êxitos como “Deixa-me rir”, “Frágil” ou o mais recente “Encosta-te a mim”, Jorge Palma passará pelo palco do Gatódromo no Sábado dia 10 de Maio, dia da Cidade e do Antigo Estudante."

Fonte: AAUM

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The Black Keys... Attack & Release...

Descobri o novo álbum destes senhores durante o fim de semana, e fiquei impressionado (pela positiva) com o som...

Lançaram este ano (1 de Abril 2008) o seu novo álbum " Attack & Release"... O disco conta com colaborações do guitarrista Mark Ribot e do instrumentista Ralph Carney, ambos antigos colaboradores do lendário Tom Waits... Conta ainda com a participação da cantora Jessica Lea Mayfield.

... As guitarras a rasgar, as vozes roucas e fortes... O ritmo alucinante de algumas das músicas... Electrizantes por vezes...
A fazer lembrar os bons velhos tempos de Led Zeppelin... (opinião pessoal)

Estes senhores enquadram-se numa vertente rock, mas o verdadeiro "rock" na ascenção da palavra... Mas onde também sobressai um "encosto" a ritmos "blues" em algumas das músicas do álbum...

Deixo aqui uma pequena amostra... E conto com a vossa opinião...





Recomenda-se!!
Boas audições musicais...

Uma Recordação... Opeth...

Opeth...
O álbum Damnation, de 2003...
Algo que me acompanhou durante este fim de semana...



Boas audições musicais...

Um recorte para 3 senhoras


Ane Brun está de regresso e recomenda-se. O álbum chama-se "Changing of the Seasons" e não pertence a esta estação do ano. Merece folhas secas caídas, de cachecol e mãos agasalhadas nos bolsos.

http://www.anebrun.com/
www.myspace.com/anebrun




Mas há mais. Basia Bulat tem nome de ditador de Leste mas é dona de uma voz e de um álbum imperdível, "Oh My Darling". Chegou atrasad, tendo em conta que vem da colheita de 2007 mas chegou muito a tempo de preencher os minutos mais vazios do dia.
http://www.basiabulat.com/
www.myspace.com/basiamyspace




Por último, apresento-vos Dawn Landes e o seu álbum "Fireproof". Entre o sussurro de Cat Power e Bat for Lashes, chega a fazer lembrar os Arcade Fire em algumas das suas canções. Álbum folkíssimo, do qual se retirou "Bodyguard" para construir o vídeo abaixo.
http://www.dawnlandes.com/
http://www.myspace.com/dawnlandes

Estou Apaixonado...

e ainda só ouvi três músicas...

É triste saber que o álbum já saiu à dois anos... Mas se calhar até é melhor que me tenha chegado agora, em vez de ter sido na altura do lançamento...

Estou a falar de The Butcher's Ballroom, o primeiro, e único, álbum de originais dos suecos Diablo Swing Orchestra.

Apaixonei-me pela voz de Ann-Louice Lögdlund e também pela amalgama de sons e estilos que estes estes senhores englobam. Rotulam-nos de Avant-garde Metal... mas para mim eles são assim tipo... singulares.

Para melhor entenderem do que falo deixo-vos aqui não uma, nem duas, mas três das músicas que mais me tocaram...
D'Angelo and Velvet Embracer (duas em um)

Heroines


E ainda podem ouvir através do You Tube as seguintes pérolas:
Balrog Boogie
Rag Doll Physics
Poetic Pitbull Revolution

Enjoy

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Estão vivos e vêm ao Enterro da Gata!

Eis que surge o primeiro nome para o cartaz das Monumentais Festas do Enterro da Gata 2008.

É uma banda mundialmente conhecida!

Os britânicos James regressam a Portugal, e a Academia Minhota poderá vê-los ao vivo no Enterro da Gata 2008 no Domingo dia 11.

Esta é a primeira confirmação, mas em breve sairão mais bandas e artistas confirmados.

Entretanto podem ver aquilo que vos espera:


Vamos ficar atentos ao site da AAUM e às próximas Newsletters do Enterro da Gata 2008 para descobrir tudo sobre este Enterro.

Os James lançam este mês o seu novo álbum “Hey Ma”, e os espectadores minhotos serão dos primeiros, em todo o Mundo, a ver ao vivo Tim Booth e os seus companheiros na sua nova tournée.

Podem consultar no site oficial da Banda para mais informações, discografia, fotos, videos, etc.

http://www.wearejames.com/

Fonte: AAUM (associação Académica da Universidade do Minho)

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